O ministro da Defesa, Carlos Presti, fez referência neste domingo às declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, sobre a soberania das Ilhas Malvinas. O mandatário norte-americano havia advertido que outro conflito entre a Argentina e o Reino Unido seria um "potencial desastre" e o titular da pasta garantiu que se tratou de uma intenção de encontrar uma "solução pacífica". "Para mim, essas declarações não foram contra ninguém, mas a favor de buscar uma solução pacífica para este tema." O Governo trabalha de uma maneira muito integrada e articulada e seguramente tanto o Presidente e o chanceler devem estar analisando o que Trump disse", sustentou Presti. Por outro lado, em diálogo com a Radio Mitre, o ministro explicou: "Do meu ponto de vista, temos fatos concretos que o demonstram [o trabalho do Governo sobre as Malvinas], como a presença argentina no Atlântico Sul e, ao mesmo tempo, sob a perspectiva do Ministério da Defesa, temos uma aliança estratégica com os Estados Unidos". Dias atrás, durante sua visita à Irlanda, Trump voltou a falar sobre a soberania das Ilhas Malvinas e afirmou que está disposto a intervir entre ambos os países diante de um "potencial desastre". São muito interessantes. O Reino Unido tem alguns problemas com a imigração, com a energia, então não sei. Não sei se estarão dispostos a viajar tão longe. Estão muito longe", disse ao meio GB News. Em seguida, continuou: "Tenho certeza de que me chamarão para intervir nesse potencial desastre." Mas se lo hagan, probablemente podré resolverlo. Mas ahora mismo hay dos países que no están contentos con la situación en las Malvinas Asimismo, semanas atrás, el presidente republicano sostuvo que iba a revisar su posición de apoyo a la corona británica en cuanto a la soberanía. Hasta ahora Estados Unidos, como la mayoría de países occidentales, reconoce que el Reino Unido administra de facto ese archipiélago, pero no se pronuncia estrictamente sobre su soberanía, reclamada por la Argentina. Sobre la alianza con Estados Unidos En otro tramo de la entrevista, Presti definió al reclamo de la Argentina por las Malvinas como "inclaudicable" y, en ese sentido, destacó la importancia de formar una alianza con Estados Unidos, países sobre el cual dijo que tiene un posicionamiento muy fuerte en la región. "En Malvinas han perdido la vida 649 hombres en las islas y lo recordamos permanentemente. Yo ingresé a las fuerzas en 1984, muy post guerra, así que tengo esa formación malvinense en mi persona. El tema es que las relaciones internacionales se manejan por otros andariveles", expresó. "Hoy por hoy, Estados Unidos tiene una preminencia estratégica internacional y hace valer su peso y, en nuestro hemisferio, hay un interés de ellos con todos los países. La Argentina busca ser el referente americano. Obviamente, creo que el Presidente lo toma de esa manera", agregó. En tanto, el ministro respondió a declaraciones que hizo el expresidente Alberto Fernández, quien aseguró que las Fuerzas Armadas argentinas no poseen equipamiento. A este respeito, Presti definiu suas declarações como "equivocadas" e enfatizou: "Há 40 anos que estou aqui e vi o desprestígio no equipamento. Como militar, é a primeira vez que vejo um investimento importante em Defesa. Isso aponta para manter uma soberania e ter capacidades de controle de nossos espaços aéreos, marítimos e terrestres"














